Sessenta e sete livros de tombo, cento e vinte e seis mil fotografias, digitalizados em 2023 e publicados em PDF. Falta a esse material uma forma de consulta: busca, data e lugar.
Quem consulta precisa saber de antemão onde a foto está. Na prática, consulta quem já conhece o acervo.
Cada ponto é uma fotografia situada na rua onde foi feita. Em verde, as que já foram conferidas por uma pessoa. Em amarelo, as posições propostas pela leitura automática da legenda, que ainda aguardam confirmação.
A linha do tempo do acervo, montada com as datas que têm prova: a data escrita na ficha, o ano na legenda, ou a datação já revisada. O que não tem prova fica de fora, marcado como data a confirmar.
Nomes que mudaram com as obras da cidade, como o Pátio do Paraíso, que desapareceu na abertura da Avenida Dantas Barreto, ficam numa lista de pendências até alguém apontar o lugar no mapa.
Há uma tela feita para quem conhece o acervo de memória. Mostra uma foto por vez, faz uma pergunta objetiva e oferece três botões. Na resposta "não é isso", o mapa abre para apontar o lugar certo.
Não precisa instalar nada, nem entrar em conta nenhuma. Abre no navegador, responde no tempo que tiver, e no fim baixa um arquivo com o que respondeu. Cada resposta dessas vira dado permanente do acervo.
O site é um arquivo HTML, um índice e as imagens, tudo estático. Não há servidor nem banco de dados para administrar.
Esta apresentação lê o mesmo arquivo de dados do acervo. Os números acima são os do catálogo neste momento.