Museu da Cidade do Recife

O acervo fotográfico
do Recife, no mapa

Sessenta e sete livros de tombo, cento e vinte e seis mil fotografias, digitalizados em 2023 e publicados em PDF. Falta a esse material uma forma de consulta: busca, data e lugar.

role para continuar

o problema

O acervo está digitalizado e segue fora de alcance

Para ver uma foto da Rua Nova hoje

  1. Descobrir em qual dos 67 volumes ela está.
  2. Baixar um PDF de 150 MB.
  3. Folhear cerca de 95 páginas escaneadas.
  4. Ler a letra manuscrita de cada ficha, uma a uma, procurando a rua.
  5. Não há busca, não há data, não há mapa. O PDF não tem texto: é imagem.

Para ver a mesma foto agora

  1. Escrever "Rua Nova" na busca.
  2. Arrastar a linha do tempo até a década que interessa.
  3. Ver no mapa onde o fotógrafo estava e para onde apontava a câmera.
  4. Abrir a página do livro em alta e dar zoom na ficha original.

Quem consulta precisa saber de antemão onde a foto está. Na prática, consulta quem já conhece o acervo.

o que já está no ar

O que já entrou no catálogo

fotografias do próprio acervo, tiradas do catálogo agora

onde as fotos foram tiradas

Onde cada fotografia foi feita

Cada ponto é uma fotografia situada na rua onde foi feita. Em verde, as que já foram conferidas por uma pessoa. Em amarelo, as posições propostas pela leitura automática da legenda, que ainda aguardam confirmação.

quando

Um século do Centro, ano a ano

A linha do tempo do acervo, montada com as datas que têm prova: a data escrita na ficha, o ano na legenda, ou a datação já revisada. O que não tem prova fica de fora, marcado como data a confirmar.

como foi feito

Leitura automática, conferência humana

Ler a ficha O reconhecedor de texto do próprio computador lê cada página do livro em um segundo, de graça. O número de tombo, que é impresso, sai perfeito. A letra manuscrita sai parcial, e é comparada com os nomes de rua do Centro para se corrigir: "rua do Aurora" vira Rua da Aurora.
Achar o lugar O texto da legenda é cruzado com treze mil logradouros e seis mil marcos do Recife. Duas ruas citadas viram o cruzamento exato. Uma igreja ou ponte viram o marco. Só o bairro vira o bairro, e fica dito que é impreciso.
Conferir O que a leitura automática propõe fica marcado como proposta, em amarelo no mapa, até alguém confirmar. Quem confere vê a foto grande, com zoom, e responde em três botões.

Nomes que mudaram com as obras da cidade, como o Pátio do Paraíso, que desapareceu na abertura da Avenida Dantas Barreto, ficam numa lista de pendências até alguém apontar o lugar no mapa.

o que falta

O que depende de quem conhece o acervo

Há uma tela feita para quem conhece o acervo de memória. Mostra uma foto por vez, faz uma pergunta objetiva e oferece três botões. Na resposta "não é isso", o mapa abre para apontar o lugar certo.

Não precisa instalar nada, nem entrar em conta nenhuma. Abre no navegador, responde no tempo que tiver, e no fim baixa um arquivo com o que respondeu. Cada resposta dessas vira dado permanente do acervo.

o que custa e o que fica

Custo de manter no ar, e o que fica com o museu

Custo de manter no ar

O site é um arquivo HTML, um índice e as imagens, tudo estático. Não há servidor nem banco de dados para administrar.

  • Acervo como está hoje: gratuito, dentro do plano livre da Cloudflare.
  • Os 67 volumes inteiros, página por página: menos de um dólar por mês.
  • Endereço próprio do museu: subdomínio não custa nada.

O que o museu recebe

  • O catálogo com as coordenadas, as datas e os autores conferidos.
  • O programa inteiro, aberto, que roda em qualquer computador.
  • O método, que serve para as outras coleções, a começar pela cartográfica.
  • Base cartográfica do OpenStreetMap, livre. As imagens continuam do museu.

para ver funcionando

Para ver funcionando

Esta apresentação lê o mesmo arquivo de dados do acervo. Os números acima são os do catálogo neste momento.